'Às Cores Desbotadas' e 'O Volátil Coração'
Dois poemas que exploram a existência desbotada, a alteridade e a volatilidade da paixão. Em 'Às Cores Desbotadas', o diálogo entre o estrangeiro e uma entidade confronta a insatisfação com a vida, a ausência de paixões e a condição de não pertencimento. Em 'O Volátil Coração', a efemeridade do desejo contrasta com a impossibilidade do amor, enquanto a beleza, a ausência e a passagem do tempo atravessam a experiência de uma voz poética marcada pela melancolia.